Sala de Opiniões

 Dia 23 de abril, aconteceu no bairro Cobilândia, a audiência pública com objetivo de debater os problemas da região e apresentar sugestões e soluções para alguns problemas que afetam principalmente os moradores.
"Nós ficamos muito felizes, pois, há muitos anos não temos um deputado que se interessava em tratar dos problemas do bairro Rio Marinho, um assunto que aflige toda Cobilândia que sofrem muito com alagamentos. Deixo aqui meu agradecimento em nome da minha entidade e comunidade do Rio Marinho ao deputado e espero que continue trabalhando junto com o povo, pois é isso que eles querem um deputado que esteja junto com os moradores."

Altair Marinheiro – Presidente do Movimento Comunitário Rio Marinho


"A importância para nós moradores dessa audiência pública ter vindo para a Cobilândia, pois, assim discutem junto à população quais são os problemas que realmente preocupam os moradores, principalmente em relação aos alagamentos, e o que precisa ser feito para que isso acabe, trazendo recursos, revitalizando o bairro... assim como a população de Cariacica, que também sofre em épocas de chuvas. Esperamos que haja mudança e que essa iniciativa do deputado ajude bastante no diálogo com o poder público que tanto deixou carente a nossa comunidade."

César Capixaba – Vice-presidente do Movimento Comunitário Cobilândia


 No dia 05 aconteceu na Assembleia Legislativa, a audiência pública para discutir sobre a violência contra a mulher e a feminização da pobreza. Conversamos com algumas lideranças para saber a opinião sobre a importância do tema discutido.
"As audiências públicas são instrumentos muito importantes para que daqui saiam os encaminhamentos para soluções desse problema em relação à violência contra mulher. A feminização da pobreza é uma nomenclatura nova, mas é importante que as pessoas se aprofundem, reflitam sobre o tema e busque soluções. Quando existe uma audiência pública a luta fica mais forte. Primeiro a divulgação dos diretores mostra o respeito às mulheres independente da idade,dignidade como pessoa cidadã."

Marta Falqueto – Coordenadora de Projeto na Empresa CDDH (Centro de Defesa dos Direitos Humanos) - Serra


"Ficamos muito felizes que hoje podemos ter esses debates para discussão sobre a violência contra a mulher. Hoje o nosso Estado é o que mais mata mulheres. Não podemos esquecer as jovens mulheres principalmente as que estão na escola, hoje quando se fala do tema, pensamos logo em uma mulher formada, mas a gente esquece aquelas meninas que estão na sala de aula, que muitas vezes sofrem assédio dos professores e em muitos casos não entendem ou ficam sem ação quando recebem esse tipo de cantada. A gente percebe que as meninas são um pouco desinformadas em relação a esse assunto porque elas não entendem que algumas piadinhas feitas por professores ou colegas são consideradas como violência verbal. Temos que também focar nas informações paras jovens mulheres, principalmente as que estão na escola. Casos de meninas que marcam encontram pela internet e são assassinadas e não tem quem procurar para conversar, às vezes dentro de casa ela mesmo se sente acuada por achar que a mãe não vai acreditar na história que ela esta contando. Tem que ter um processo de construção diária para que mulheres sejam informadas da gravidade da violência principalmente a verbal."

Yasmim Repinaldo – Juventude do PT CNB


 
"Ter o companheiro Nunes na assembléia Legislativa, significa um grande avanço na luta por uma vida social digna, com garantias mínimas de acesso à construção de leis que protejam os cidadãos do Estado. Nunes Estamos juntos!"

Roberto Pereira de Souza, Presidente do Sindimetal


"O Nunes conhece de fato a luta dos trabalhadores, por isso fará a interlocução no poder legislativo sobre as demandas da classe trabalhadora seja ela rural ou urbana. Propondo leis q possam atender os anseios e as necessidades da classe trabalhadora."

Julio Cezar Mendel, Presidente da Fetaes